O final de DA:I – Teorias do Passado e do Futuro

Essa é a terceira postagem sobre o final de DA:I, aquela cena depois dos créditos que deu o que falar. Prometo que é a última!

Sugiro que antes de ler essa, leia as duas primeiras partes que escrevi sobre o final: aqui e aqui

Lembrando mais uma vez que essas postagens estão cheia de spoilers sobre o jogo. Nessa em especial, também há spoilers do livro The Masked Empire. Então, novamente, se você não jogou e nem leu o livro, vai lá, faz tudo isso e volta aqui!

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Essa postagem é uma teoria, ou melhor, uma junção de teorias, baseadas no que li nos últimos meses e no que a série veio nos mostrando.

Então senta, relaxa e vamos lá

Antigamente, quando humanos e qunaris não tinha chegado em Thedas ainda, existia Arlathan, um reino apenas de elfos e que era reconhecido por sua grandeza. Nele, todos os elfos viviam quase que para sempre e todos tinham o dom da magia.

Uma das teorias do tumblr diz que o Veil, que divide o mundo real do Fade, não existia, e o fade simplesmente coexistia com todo o resto. De qualquer forma, de algum jeito, nove elfos começaram a ser reverenciados e obedecidos, talvez como os nobres na sociedade de Thedas atual. Esses nove deuses virariam os deuses élficos mais tarde.

Mas nem tudo era perfeito em Arlathan, tanto que alguns elfos eram escravizados e acabavam servindo um desses nove deuses (que na época provavelmente não eram reconhecidos como tal, como indica Solas quando diz que não acreditava que eles eram deuses). Quando um elfo se tornava escravo, este era marcado no rosto com uma vallaslin respectiva ao deus que ele estava servindo.

Acredito que Fen’Harel tenha sido o único a não ter escravos porque ele é o único que não tem vallaslin. Claro que isso podia também ser porque os elfos não louvam Fen’Harel nos tempos atuais, mas talvez porque eles nunca tenham achado o desenho entre as ruínas, porque nunca existiu. Além disso, Solas sempre expressa o quanto não gosta da ideia de escravidão e de alguém ficar preso contra sua vontade.

Abelas diz que não foi Tevinter que destruiu Arlathan, mas que os elfos antigos guerrearam entre si. O que eu acho que aconteceu foi o seguinte: Uma das minhas músicas preferidas do Megadeth é Symphony of Destruction, a primeira parte da música diz:

“Você pega um homem mortal / E o coloca no comando / Observe ele virar um deus / Veja a cabeça das pessoas rolar”

Acredito que foi exatamente isso que aconteceu com Arlathan. Esses elfos que eram mais poderosos ficaram no poder, começaram a pensar que eram deuses e as cabeças começaram a rolar: Sinfonia da destruição. Não tem como saber o porquê, talvez pela questão dos escravos ou até os deuses brigando entre si, a questão é que a guerra foi tão longe que enfraqueceu Arlathan, virando presa fácil para Tevinter

Mencionei nas outras postagens que havia uma possibilidade de Fen’Harel não ter trancado os deuses no “além” porque ele era “malvado”, mas porque ele acreditava que não tinha outra escolha.

Fen’Harel viu os elfos lutando entre si, não só os deuses, mas todos eles e ele sabia que os deuses eram responsáveis (provavelmente) por jogar uns contra os outros. A gota d’água pode ter sido Mythal. Sabemos que Mythal morreu antes da traição de Fen’Harel e também vimos que eles são bem amigos. Entre uma das brigas, Mythal pode ter morrido e Fen’Harel viu que se ele não fizesse alguma coisa, todo seu povo ia sofrer.

Então ele engana os outros e os tranca no além. Algumas pessoas acham que, quando ele o fez, Fen’Harel separou o mundo real do fade, criando o Veil que é a “barreira” entre os dois. Isso pode explicar porque os elfos das próximas gerações foram perdendo o dom da magia e também porque ficaram tão fracos diante de Tevinter.

(SPOILERS DE A LENDA DE KORRA, LIVRO DOIS)

Wan impede que os humanos possam andar livremente para o mundo dos espíritos para trazer a paz no mundo. Durante o livro dois, Korra abre essa “porta” para que ambos os mundos possam coexistir como antes. Acredito que Fen’Harel tenha feito algo parecido com o que Wan fez.

Fen’Harel sabe que enquanto houver qualquer um deles andando entre os outros elfos, a chance de guerra ainda existe. Portanto, Fen’harel entra em uthenera. Tanto isso quanto o fato do fade e do mundo real estarem interligados explica a afinidade de Solas com os espíritos.

Ele acreditava estar fazendo o melhor para seu povo. Sem seus líderes para guerrearem entre si, os elfos podiam se reconstruir.

Então Fen’Harel acorda e percebe que seu plano deu muito errado (“E se você acordar e ver que o futuro que você criou é pior do que antes?”)

Os elfos estão mais divididos do que nunca, Arlathan não existe mais. Parte dos elfos são escravizados em Tevinter, os que são livres são chamados de “elfos da cidade” que vivem nas regiões mais pobres e passam por todo tipo de preconceito. Também tem os dalish, que tentam viver como antigamente, mas tanta coisa foi perdida que para Fen’Harel, eles são estranhos.

Nenhum deles é o “seu povo”.

Ele percebe o erro que fez, um erro de mais de mil anos que causou inúmeros problemas para sua raça. Ele toma outro nome, Solas, e decide fazer alguma coisa. Imagino que ele estava acordado por alguns anos antes dos eventos de DA:I, não só porque ele precisava se familiarizar com certas coisas desse mundo antes de se envolver com outras pessoas, mas também porque eu acredito que ele apareceu em outro momento no universo de Thedas.

E é aqui que entramos em The Masked Empire.

No livro, um dos personagens é um elfo chamado Felassan. O nome dele faz referência a uma história de Fen’Harel, que usou uma felassan (flecha lenta) para derrotar um demônio. Felassan é como se fosse um tutor de Briala, ele fala dos tempos antigos como se tivesse vivido neles, porém não tem amor pelos dalish e nem a lealdade com os elfos da cidade. Soa familiar, não? Felassan conta várias histórias sobre Fen’Harel, nunca ele como vilão, mas quase como um anti-herói que usa a esperteza para alcançar seus objetivos.

Eu iria longe e diria que Felassan poderia ser um outro nome que Solas usou, mas há dois motivos pelo qual essa teoria não funciona:

  1. Briala gostava muito de Felassan, eles eram bem amigos. Acho muito difícil que ela não fosse reparar que ele apareceu em Halamshiral, caso o inquisitor decida levar Solas (sem contar que acho que o próprio Solas não se colocaria em perigo dessa forma)
  2. Felassan morre no final de The Masked Empire.

O que pra mim é quase certo é que Solas na verdade é quem mata Felassan.

No final do livro, Briala decide tomar os eluvians para si ao invés de dar para um dos humanos. Porém, Briala vai contar a senha para Felassan, mas este a impede, por algum motivo ele não quer mais saber a senha.

A última cena do livro é Felassan na floresta, considerando se deveria dormir ou não, ele quase parece assustado. Mas no fim resolve dormir e entrar no fade. Felassan sente uma presença atrás dele, mas não se vira. Ele diz: “Eu não tenho a senha. Briala não me contou” Isso é mentira, ela teria contado se ele quisesse, e no livro deixa específico que a tal pessoa atrás dele sabe disso. Continuando: “Sim, eu sei. Ela merece uma chance. Qual é o problema? Por que não deixamos a garota tentar? Sinto muito, não vou tirar os eluvians dela. Eles são mais fortes do que você pensa, sabe. Eu acho que você vai odiar, mas ela me lembra-” e a pessoa mata Felassan.

Minha interpretação: De alguma forma, Solas conheceu Felassan. Uma outra versão é que talvez Felassan tenha entrado em uthenera junto com Fen’Harel e ambos tenham acordado ali, penso isso só pelo fato das opiniões de Felassan serem muito parecidas com as de Solas. Independente de como eles se conheceram, Felassan trabalha para Solas.. Como ele chega em Briala é um mistério, porque não acho que tenha sido por acaso, mas Solas quer que Felassan tome controle dos eluvians. No final, Felassan muda de ideia, porque como ele mesmo diz, ele acha que Briala deve ter uma chance. Ele acredita que “eles”, e imagino que esteja se referindo aos elfos de atualmente, são mais fortes do que Solas acredita. No final eu tenho quase certeza que Felassan vai dizer “Ela me lembra você”. Caso Felassan realmente tenha vivido na época de Arlathan, a morte dele é ainda mais pesada, porque Solas tem medo de ficar sozinho e mesmo assim mata a única pessoa que é como ele.

Há também muitas pessoas que não concordam com a teoria de que Solas mata Felassan pelos seguintes motivos:

  1. Solas não parece ser do tipo de descartar pessoas, muito menos apunhalando pelas costas.
  2. Solas não mostra nenhum interesse nos eluvians, principalmente quando Morrigan leva um para Skyhold. Pode ter sido uma falha no jogo ou talvez Solas fingindo desinteresse (seja para manter o disfarce, seja porque ele e Morrigan não se dão muito bem)

Mas não consigo pensar em mais ninguém que poderia ter feito isso. Quando li o livro, antes de jogar DA:I, pensei que poderia ser a Morrigan, mas acho que o livro aponta muito mais para Solas.

Enfim, de qualquer forma, vamos continuar:

Solas queria destrancar o poder de sua orbe para alguma coisa. A princípio, eu achava que ele ia liberar os outros deuses, mas agora não acho que seja isso.

Solas precisava de muita energia, ele provavelmente ia pegar essa energia da ativação da orbe. Como disse para Flemeth, ele ainda estava fraco para fazê-lo (então ele também não pode ter acordado tanto tempo antes de DA:I), então entregou a orbe para Corypheus. Não sei bem o que ele tava pensando, se ele acreditava que ia conseguir enganar Corypheus e pegar a orbe de volta, ou se ele queria usar Corypheus de marionete e não funcionou… A questão é: algo deu errado e Corypheus resolveu usar a orbe para ser um deus (já que como ele mesmo diz, a cidade dourada estava vazia, então ele ocuparia o lugar).

Também não consigo imaginar em que contexto Solas conheceu Corypheus para entregar a orbe, mas acho que isso ainda vai ser conteúdo de alguma DLC.

Um dos motivos deu ter assumido que Solas queria libertar os outros deuses é porque a orbe faz aberturas entre o mundo real e o fade, mas se esse fosse o plano, por que Solas tentaria impedir Corypheus? Talvez porque Corypheus queria o caos e estava pouco interessado em soltar qualquer pessoa presa no além, mas todos os deuses juntos poderiam derrotar Corypheus e este só teria sido uma marionete no final das contas. Porém não podemos esquecer que os deuses foram colocados lá para começo de conversa porque Solas era contra eles, então seria quase suicídio soltá-los sem ter um plano.

Então o que Solas queria tanto fazer com a orbe ativada?

Eu acredito que a resposta está no começo do jogo, na missão In Hushed Whisper em que você ajuda os magos.

Essa missão apresentou um elemento novo para o universo de Dragon Age: Viagem no tempo. Durante a missão, Dorian e o inquisitor vão para o futuro e conhecem uma realidade completamente distorcida em que tudo foi destruído. Soa familiar?

A intenção de Solas nunca foi tentar consertar as coisas no tempo atual. Sabe quando fazemos uma decisão em um jogo de RPG, como Dragon Age mesmo, e vemos que a decisão foi ruim? Nós damos load e voltamos para fazer diferente.

Solas quer dar load. Um load de mais de mil anos. A orbe é poderosa o suficiente pra fazer o estrago que fez na mão de Corypheus, talvez seja forte o suficiente para fazer alguém viajar tanto no tempo.

Solas fala para Flemeth que ele devia pagar o preço, mas o povo precisa dele. Quando Flemeth viu que o plano dele deu errado, ela sabia que ele ia ter que tentar outra coisa (até porque a orbe é destruída no final do jogo). Talvez por isso que ele tenha tomado a energia de Mythal, dois deuses talvez consigam refazer a orbe ou até realizar a magia sem ela.

Outra coisa que considerei é que Corypheus precisou de um sacrifício para fazer a orbe funcionar, então talvez a “morte” de Flemeth tenha servido como sacrifício para Solas.

Acredito que é uma teoria plausível, não só pelos pontos que mostrei acima, de que não seria muito bom para Solas soltar os deuses agora, mas também porque viagem no tempo é algo grande e In Hushed Whispers poderia muito bem ter sido uma introdução para algo que voltaria mais tarde.

Outra evidência que tenho disso é o romance.

Uma elfa pode ter romance com Solas, mas ao contrário dos outros romances, eles nunca chegam em um ponto do tipo “estamos namorando”, até porque na última cena, uma das opções de diálogo é:

Solas: Eu estava pensando em um jeito de mostrar o que você significa pra mim

Inquisitor: Isso não é necessário, Solas, você é meu…

Solas: Essa é a pergunta, não?

Então eles nunca oficializam nada, nem entre eles, é só algo que está acontecendo. No final dessa cena eles terminam porque Solas quer e o jogador fica sem explicação. Depois disso, numa party com Cole e Solas, a seguinte conversa pode acontecer:

Cole: Ar lasa mala revas. Você está livre. Você é tão linda… E aí você foi embora, mas por que?

Solas: Eu não tive escolha

Cole: Ela não sabe e acha que é culpa dela.

Solas: Você não pode curar isso, Cole. Por favor, esqueça.

Inquisitor: Talvez o Cole consiga uma resposta melhor do que a que eu tive.

Cole: Ele sofre, uma velha dor de antes, quando tudo cantava (?) igual. Você é real, então todos podem ser reais. Isso muda tudo, mas não pode. Eles dormem, mascarados em um espelho, escondendo, com dor, acordá-los… (susto) Pra onde foi?

Solas: Sinto muito Cole, essa não é uma dor que você possa curar.

Esse diálogo me lembra muito a conversa entre Leliana e Dorian durante a missão In Hushed Whispers. Em certo momento, encontramos Leliana em uma cela de tortura e a libertamos, então:

Dorian: Você não quer saber como chegamos aqui?

Leliana: Não.

Dorian: Alexius nos mandou no futuro. Tudo isso nunca deveria ter acontecido!

Inquisitor: Se voltarmos para o passado e derrotarmos Alexius, você nunca passará por isso

Leliana: E os magos sempre se perguntam por que as pessoas os temem. Ninguém deveria ter esse poder.

Dorian: É perigoso e imprevisível. Antes do Breach, nada que fizemos-

Leliana: Chega! Isso é tudo fingimento para você. Um futuro que você espera que nunca aconteça. Eu sofri, o mundo todo sofreu, foi real.

O grande dilema que Solas tem com romance é que, até agora, nenhuma daquelas pessoas que ele conheceu eram reais. Nada daquilo vai existir quando ele conseguir realizar seu plano, então não importa. Mas passa a importar. Qualquer inquisitor que teve amizade com ele vê uma cena em que ele expressa sua admiração, então eu acho que aí já fica um pouco difícil para Solas (veja a relação dele com Mythal ou Cole, ele valoriza seus amigos), mas com um romance é ainda pior. Aquela pessoa não é mais um fingimento, algo que não existe, aquela pessoa se torna real porque ele se importa.

Patrick Weekes, escritor de Solas, deu uma entrevista em que ele disse que durante a última cena do romance, ele estava para contar para Lavellan a verdade sobre quem ele era, mas ele muda de ideia. Eu duvido que o plano fosse: “Oi, eu sou Fen’Harel, vamos terminar”. Ele provavelmente só pensou em terminar depois que soltou uma verdade aleatória (no caso, vallaslin) porque ele percebeu o quanto aquele relacionamento era perigoso para o seu objetivo. Ele quase revelou a verdade, quase largou tudo por uma pessoa, talvez parte de sua mente até tenha considerado esquecer que ele foi Fen’Harel e viver “normalmente” com Lavellan. Mas quando ele percebe, ele recua e termina, caso contrário ele sabe que não vai conseguir fazer o que precisa. É como Cole diz, Lavellan é real para ele, então todos podem ser, mas se isso acontecer ele não vai conseguir simplesmente apagar todos da existência e começar de novo.

Outra coisa interessante de notar é que Cole estava para falar alguma coisa que ia revelar a verdade e Solas, aparentemente, bloqueia ele de ler seus pensamentos, coisa que nenhum dos outros companions consegue fazer.

Enfim, Solas é Fen’Harel e essa não é a última vez que vamos vê-lo. Muito provavelmente será como a Morrigan: sumiu no final do jogo e vai ser assunto da última DLC. Eu até apostaria que poderia ser uma expansão. Algumas pessoas consideraram a hipótese dele ser o antagonista do próximo Dragon Age, mas não acredito muito nessa possibilidade. De qualquer forma é uma das maiores revelações que tivemos e isso não vai simplesmente sumir.

Outras pessoas levantaram a hipótese de que, como nos codex é apontado que tanto o seu Warden quanto Solas foram para a mesma direção, talvez houvesse um embate entre os dois (até porque Solas não gosta nada de Grey Wardens). Porém a Bioware já falou que muito provavelmente não vai falar do seu Warden de novo, então acho difícil. E não, não acho que a DLC/Expansão vai se passar em outro tempo enquanto tentamos derrotar Solas (como aconteceu em In Hushed Whispers). Seria legal ver Arlathan de pé, com certeza, mas não acho que eles vão para esse lado, até porque seria muito fácil se embaralhar (e também não acho que eles vão dar uma de X-Men e apagar tudo que fizeram antes).

Boa parte disso é teoria, então eu posso estar completamente errada. Se você chegou até o final e tem alguma outra ideia sobre o jogo, sobre Solas ou sobre qualquer outra coisa relacionada, comenta! Eu sempre estou atrás de novas teorias de Dragon Age.

E se você gostou (ou só achou tudo isso muito louco) curte, compartilha, mostra pra todo mundo (menos os que não terminaram o jogo, por favor) e curte a página do facebook pra ajudar o blog a crescer!

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7 comentários sobre “O final de DA:I – Teorias do Passado e do Futuro

  1. Poderia ser o próprio orbe a prisão dos Deuses? Não descartaria isso. Sou novo nesse universo e gostei muito das suas teorias, espero ver mais em breve.

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  2. Pingback: Trespasser: Dragon Age Inquisition DLC | Ideias em Roxo

  3. Olá Diego! A Bioware já confirmou que Trespasser, a terceira DLC de DA:I, é a última que eles vão fazer, que fala exatamente dessa questão do final do jogo. Além dessa tem a Jaws of Hakkon e a The Descent.

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  4. Oi Eduardo! Então, sempre que os produtores falam do Warden eles dizem que as chances do personagem voltar são muito pequenas, até porque dependendo das suas escolhas o Warden pode ter morrido. É uma pena, eu também ia achar muito legal se trouxessem de volta.

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