Eu fui: Brasil Game Show 2016

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A Brasil Game Show, a maior feira de de games da América Latina, está na sua nona edição. Ela vai até o dia 5 de setembro e há vários stands e jogos para os visitantes testarem. Apesar da feira parecer ter menos lançamentos que no ano anterior, ainda tem muita coisa interessante para ver.

Não tive nenhum problema para entrar e esse ano consegui aproveitar melhor os jogos do que no ano passado. Como sempre, há várias opções de stands para os visitantes aproveitarem: Ubisoft, Sony, Microsoft, Warner, Área Indie…

A minha primeira parada foi o stand da CD Projekt Red, que estava bem localizado e chamativo. Depois do sucesso de Gwent, jogo de cartas do The Witcher 3, a empresa resolveu fazer uma versão online e conseguimos testar um pouco. São quatro opções de baralho, o jogo está todo em português e a experiência é muito divertida. É um pouco difícil pegar o jeito no começo, ainda mais para quem nunca jogou, então espero que eles pensem em uma parte de tutorial para o começo do jogo. Várias regras continuam as mesmas, mas algumas coisas foram mudados. O jogo está bem divertido, recomendo e mal posso esperar o beta!

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Depois disso encarei a fila para jogar Horizon: Zero Dawn no stand da Sony. De longe foi a maior fila que peguei, já que a hype do jogo está alta. Antes de jogar, assistimos um vídeo explicando um pouco do universo do jogo, conhecemos mais sobre a protagonista Aloy e os comandos que precisaremos usar. No começo parece um pouco confuso, muita coisa para pensar ao mesmo tempo, mas acredito que com o tempo o jogador fique mais familiarizado. A demo exposta era uma parte em que dava para atacar alguns dos animais robôs e até aprender como domar um deles. Além disso, o jogo terá roda de diálogo e será aberto para o jogador andar livremente. Gostei bastante e fiquei ainda mais empolgada para o lançamento. No stand da Sony também tinha jogos como Call of Duty: Infinite Warfare, Final Fantasy XV e PES 2017.

Seguimos para o stand da Microsoft, onde as filas estavam menores. Consegui jogar um pouco de Recore. O jogo parece ser divertido e ter protagonista mulher é sempre ponto positivo, mas como joguei muito pouco, acabou não dando tempo de aproveitar muito. De qualquer forma, parece que pode ser um jogo legal e dinâmico. Depois entramos na fila do Final Fantasy XV, que a Rebeca do Collant sem Decote jogou. Além das críticas que já foram feitas ao jogo, as coisas pareciam bem confusas na demo que vimos e o combate ficou meio bagunçado. Os gráficos ainda são bonitos e lembra outros aspectos da série Final Fantasy, mas não ficamos muito empolgadas. Além desses jogos, no stand da Microsoft também dá para experimentar jogos como Dead Rising 4, Gears of Wars 4 e Halo Wars 2.

O stand Warner é boa parte composto por Fifa, o que não surpreende já que é lá que ficam os jogos da EA. Também tinha espaço para Batman Arkham VR e Resident Evil VII, que infelizmente não deu para conferir já que essa parte estava muito cheia. Na Ubisoft, como sempre, tinha espaço para o novo Just Dance e também Rainbow Six Siege. Lá também dá para jogar For Honor, que consegui testar. Não é o meu tipo de jogo, dito isso, tenho que admitir que gostei da mecânica do jogo mais do que imaginava e me diverti com as batalhas online. For Honor te deixa escolher entre cavaleiros, samurais e vikings, cada um deles com habilidades diferentes.

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No stand da Sony ainda tivemos a chance de ver apresentações de dois jogos. Primeiro vimos The Last Guardian, que será lançado ainda esse ano. O jogo lembra muito ICO e vai se focar na relação de Trico e o protagonista. Apesar de não ser confirmado se encararemos batalhas ou não, o jogo me pareceu bem focado em puzzle e provavelmente irá contar uma história a partir disso. Os gráficos estão bem bonitos, The Last Guardian parece que vai agradar os fãs desse estilo de jogo.

Depois assistimos a apresentação de um dos jogos que eu estava mais empolgada: Detroit Become Human. O jogo é bem estilo Heavy Rain, com a história alternando em mais de um personagem e com escolhas que afetam as missões. Por enquanto, sabemos apenas dois dos personagens principais: Kara e Connor. Em Detroit, teremos que lidar com os conflitos em um mundo em que androides e humanos vivem juntos, o que é mostrado como uma parte crucial da história do jogo. O gráfico está lindo, existe interações por toda parte e tempo pode virar um inimigo do jogador.

Para terminar, também queria falar um pouco da área indie. Ano passado, os jogos independentes estavam muito escondidos, o lugar não ajudava em nada que as pessoas visitassem essa parte da exposição. Esse ano os jogos estão em uma posição bem melhor. O ponto negativo é que o palco dos jogos independentes fica bem ao lado de um dos stands que tem Just Dance, então a música pode atrapalha. De qualquer forma, não esqueça de passar por essa parte do evento.

É bom chegar cedo para enfrentar as filas! Ainda tem ingressos para o domingo, então se você quiser ir no final de semana, é melhor comprar antes que esgote.

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