8º Episódio: Come to Jesus | Deuses Americanos

American Gods Season 1 2017

Depois de uma aventura de oito episódios, a primeira temporada de Deuses Americanos chega ao seu season finale. Muita coisa boa aconteceu e outras nem tanto. Normalmente esperamos um conflito maior no último episódio, ou uma revelação importante e tivemos tudo isso, só que algumas delas talvez não exatamente do jeito que nós imaginávamos.

Alguns personagens que já tinham aparecido voltam, como Anansi e Bilquis, e outros novos aparecem pela primeira vez para marcar presença, como Ostara. Wednesday e Shadow voltam a ser o foco, mas também temos espaço para a dupla Laura e Mad Sweeney.

Apesar de ter gostado desse final e da temporada em si, eu acredito que faltaram algumas coisas que eram importantes. Vou começar falando do episódio, como sempre, e no final do texto vou comentar um pouco da temporada como um todo e o que eu espero para a próxima.

O texto terá spoiler do episódio.

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1º Episódio: The Bone Orchard | Deuses Americanos

American Gods Season 1 2017

Eu amo os livros do Neil Gaiman. Sério. Eu sou a pessoa que chorou com os arcos mais secundários de Sandman e que também chorou com o final de Lugar Nenhum, não porque era muito emocionante, mas porque eu tava chateada que um livro que eu gostei tanto tinha acabado.

Li Deuses Americanos ano passado e estava ansiosa. Eu sei que a gente tá numa época que temos medo de esperar muito alguma coisa porque pode ser ruim, mas a série tinha que ser muito ruim pra eu não gostar, o que definitivamente não é o caso aqui.

O primeiro episódio de Deuses Americanos tinha a função de apresentar um mundo meio louco para os fãs e para pessoas que nunca leram os livros. Já dá para ver um visual marcante, atores que se encaixam com personagens e uma história que vai precisar de mais que um episódio para fazer sentido. No geral, acho que a estreia deu um passo na direção certa. Deuses Americanos é um livro que começa difícil, mas te ganha ao longo dos capítulos. Particularmente, eu acho que a série devia tentar ganhar o público mais cedo, mas essa abordagem pode explicar algumas coisas que vimos.

Assim como as críticas que eu normalmente faço de Game of Thrones, vou falar (ou ao menos pretendo) de todos os episódios ao longo das semanas com spoilers da série. Os comentários que farei sobre os eventos do livro são só as coisas que a série já mostrou (ou cortou).

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Eu li: O Livro do Cemitério

E aí gente, como é que vocês estão?

Depois de duas semanas sumida, volto com uma resenha de um dos livros do Neil Gaiman: O Livro do Cemitério. Spoiler: É muito bom, você devia ler também.

No começo do vídeo eu também dou dois avisos sobre novidades!

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Eu li: Deuses Americanos

E aí gente, como é que vocês estão?

Terminei de ler Deuses Americanos do Neil Gaiman! No vídeo de hoje, comento um pouco do que achei do livro. Spoiler: Gostei bastante.

Como sempre, na metade do vídeo eu começo a fazer comentários com spoilers, mas eu aviso antes, então quem não leu pode assistir tranquilo!

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O surrealismo em Sandman

Sandman é uma série de quadrinhos, escrita pelo Neil Gaiman, que foi lançada de 1989 até 1996. Os quadrinhos não seguem uma linha de história linear, mas giram ao redor do personagem Sonho, uma entidade que personifica exatamente essa ideia. Já fiz uma resenha aqui, sem spoilers, sobre o que achei da história, mas o texto aqui vai se focar em algo mais específico.

Uma das coisas que eu mais gosto, quando estou acompanhando alguma história, é reparar nos detalhes, tentar entender o simbolismo por trás de cada escolha, o que fez com que eu começasse a notar as tendências surrealistas na obra do Neil Gaiman.

O surrealismo surgiu na primeira metade do século XX, na França. O princípio básico das obras surrealistas é que a arte não devem vir da razão, moral ou preocupação estética, portanto a obra de arte seria, do ponto de vista dos surrealistas, o resultado do absurdo, das coisas ilógicas, como imagens que vemos nos sonhos.

Salvador Dalí, um dos artistas mais lembrados dessa época, diz que é preciso desacreditar da realidade tal como a percebemos para criar a obra de arte. Em uma das aulas de história de arte que tive na faculdade, o professor concluía, em sua concepção, que a arte era a forma do ser humano alcançar o subconsciente através do que fazia conscientemente, alcançar aquela coisa dentro de você que te emociona e faz sentido. Nessa interpretação da arte a linha surrealista se encaixa bem.

Como disse no vídeo que fiz sobre o Sandman, algo que sempre gosto no Neil Gaiman é como ele encaixa coisas consideradas absurdas no nosso mundo atual, sem maiores explicações, porque no contexto, por mais estranhas que sejam, elas farão sentido, assim como os relógios derretidos de Dalí fazem sentido dentro de seu quadro. Então agora senta comigo e vamos ver o que tem de tão surrealista em Sandman.

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Eu Li: Sandman

Dessa vez fiz uma crítica de quadrinho! Finalmente terminei de ler Sandman e vou falar um pouco dessa obra linda do Neil Gaiman.

Pela primeira vez o vídeo não tem spoiler nenhum, então pode ver tranquilo.

Sandman é da Vertigo e da DC Comics, começou a ser publicada na década de 80. O quadrinho conta várias histórias e tem como personagem principal Sonho, um dos sete perpétuos.

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