8º Episódio: Come to Jesus | Deuses Americanos

American Gods Season 1 2017

Depois de uma aventura de oito episódios, a primeira temporada de Deuses Americanos chega ao seu season finale. Muita coisa boa aconteceu e outras nem tanto. Normalmente esperamos um conflito maior no último episódio, ou uma revelação importante e tivemos tudo isso, só que algumas delas talvez não exatamente do jeito que nós imaginávamos.

Alguns personagens que já tinham aparecido voltam, como Anansi e Bilquis, e outros novos aparecem pela primeira vez para marcar presença, como Ostara. Wednesday e Shadow voltam a ser o foco, mas também temos espaço para a dupla Laura e Mad Sweeney.

Apesar de ter gostado desse final e da temporada em si, eu acredito que faltaram algumas coisas que eram importantes. Vou começar falando do episódio, como sempre, e no final do texto vou comentar um pouco da temporada como um todo e o que eu espero para a próxima.

O texto terá spoiler do episódio.

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O Choro é Livre! | Mass Effect: Andromeda | Gameplay Pt. 14

AVISO: Essa gameplay foi gravada ANTES do patch de correção ser liberado.
Olha a parte 14 da gameplay chegando aí gente!

Mais um dia de aventuras na vida de Laila Ryder! Depois de ser homenageada por ter feito todos os planetas viáveis, seguimos com a missão principal e invadimos uma nave dos Kett, onde está a arca salariana. Descobrimos várias paradas e respostas, mas com isso também surgem várias novas perguntas. Bioware ataca novamente com escolhas não muito felizes ou fáceis, mas no final dá tudo certo… Acho. Falamos mais com nossos companheiros queridos da nave e abrimos várias missões novas. Recado da Clarice no futuro logo no começo dessa vez!
O título é porque a Laila Ryder tá pouco se importando com o que o Arconte pensa.

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Os personagens LGBT+ de Dragon Age: Origins

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Não é novidade para ninguém que me conhece, ou que acompanhe algumas coisas que eu faço, que eu sou apaixonada por Dragon Age. Atualmente é a minha franquia de jogos preferida por inúmeros motivos. Uma das coisas que sempre mexeu comigo nesses jogos é o fato de ter alguma preocupação com a representatividade nos seus personagens.

Eu vou dizer isso logo no começo: Com esse texto, não quero dizer que as representações em Dragon Age são perfeitas, nem que o jogo inteiro seja diverso o suficiente. Se tem uma coisa que eu sempre aponto em qualquer jogo, incluindo os da Bioware, é que sempre tem espaço para melhorar. Porém, como alguém que joga alguma coisa por aí, é difícil ver algum título que mostre qualquer coisa que fuja do padrão hétero e cis. Eu me vejo representada em Dragon Age de formas que às vezes não me vejo em outros lugares.

Então resolvi fazer uma série de textos falando sobre como a representatividade LGBT+ é tratada no universo de Dragon Age. Nesse primeiro texto, vou falar sobre o primeiro jogo da franquia, o Dragon Age: Origins.

Muitas vezes ouvimos falar sobre como o gênero da fantasia medieval não tem espaço para diversidade. Esse inclusive é outro assunto que eu falo muito, porque eu amo fantasia medieval e, como consumo muito, fico frustrada por não me sentir tão representada. Mulheres acabam aparecendo às vezes, mas personagens LGBT+ são poucos. Há essa ideia completamente errada de que não existiam pessoas LGBT+ “naquela época”. Eu já falei muito sobre isso, mas resumindo: “aquela época” nunca existiu e, mesmo que a fantasia medieval representasse fielmente a nossa época medieval (que não é o caso), não dá para dizer que só existiam pessoas cis e hétero.

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7º Episódio: A Prayer for Mad Sweeney | Deuses Americanos

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Quando voltamos a nos acostumar com a estrutura “padrão” de Deuses Americanos, a série vai lá e muda de novo. Dessa vez, a história de como os deuses chegaram à América dura o episódio inteiro, intercalando com momentos que se passam nos tempos atuais

Como o nome indica, Mr. Ibis vai nos contar como Mad Sweeney, o leprechaun, chegou aos Estados Unidos. Mas dessa vez, vemos tudo isso na visão de Essie, uma mulher que acreditava em leprechaun e outras seres do tipo quando veio para os Estados Unidos. Junto com isso, vemos Mad Sweeney e Laura continuando sua viagem pela estrada.

Esse episódio não mostra nada de Shadow ou Wednesday, tendo a interação entre Mad Sweeney e Laura como foco principal, assim como toda a história da vida de Essie e sua relação com a fé. É uma escolha esquisita para o penúltimo episódio, mas apesar de eu ter estranhado em um primeiro momento, o episódio foi me conquistando a medida que eu fui assistindo.

Esse texto tem spoilers.

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Personagens LGBT+ também namoram

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Hoje é dia dos namorados! Alguns ficam felizes com a data, outros não muito, mas querendo ou não é um dia em que as redes vão se encher de mensagens sobre estar namorando, amor e tudo o mais.

Nós sabemos que na ficção, muitas vezes os únicos casais que tem espaço para demonstrar seu amor um pelo outro são os considerados padrão: Um homem cis com uma mulher cis. Qualquer casal que escape disso, envolvendo ao menos uma pessoa LGBT+, geralmente são esquecidos. Já é difícil encontrar um personagem LGBT+ com uma representação interessante, então imagina um casal. Quando eles aparecem, tem um tempo de tela menor ou uma das pessoas morre, muitas vezes acabam não podendo ter finais felizes que pessoas hétero conseguem ter.

Mas já que é dia dos namorados e pessoas LGBT+ também namoram, resolvi listar alguns casais da ficção que não estão dentro desse padrão. Eu sei que não vai dar para listar todos aqui, mas esses são só alguns dos exemplos que eu já vi e acho legais de serem lembrados.

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EU SABIA! | Mass Effect: Andromeda | Gameplay Pt. 13

AVISO: Essa gameplay foi gravada ANTES do patch de correção ser liberado.
Parte 13 da gameplay! Já já chegamos no final!

Nesse episódio, Laila Ryder começa ajudando a Peebee a resgatar o POC, Kalinda resolve causar mais nas nossas vidas, finalmente fizemos a missão de lealdade do Jaal e tivemos que ajudar a família dele que tava com o Akksul. O cara tentou ATIRAR NA CARA DO JAAL! Peebee acha que é uma boa ideia roubar uma parte da nave e pousar num planeta que é praticamente um vulcão, Kalinda continua enchendo o saco, ajudamos Sloane com umas tretas em Kadara, descobrimos que um certo alguém estava ENGANANDO GERAL O TEMPO TODO, finalmente fizemos um posto em Kadara e no final tem um recado da Clarice do futuro!

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6º Episódio: A Murder of Gods | Deuses Americanos

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Assim como Git Gone, o sexto episódio da série também é bem diferente do livro original. Além de ter criado um novo trio improvável, A Murder of Gods também dá espaço para um deus que nunca tinha sido abordado no livro: Vulcano, o deus romano do fogo.

Nesse episódio a série também mostra, se já não tinha mostrado antes, que não tem medo de tocar em assuntos políticos e delicados para o cenário atual dos Estados Unidos (e de outros lugares do mundo também). Não só com a cena inicial, mas também toda a introdução de Vulcano na história.

A Murder of Gods, por mais importante que seja para construir as regras do universo e de como o fantástico funciona, me pareceu um pouco repetitivo em certos momentos, avançando pouco na história principal, ou pelo menos não tanto quanto eu gostaria. Porém, o fato do foco ter sido mais dividido recupera um pouco a dinâmica do episódio.

Esse texto tem spoilers!

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